quinta-feira, 29 de maio de 2014

3 dicas para vender mais em 2014


3 dicas para vender mais em 2014

O ano apenas começou e é provável que você já tenha discutido com o seu time sobre as estratégias para aumentar as vendas em 2014. Seguramente vocês já passaram por todas as etapas básicas para definir a receita esperada, o número de novos clientes, o quanto devem vender para os atuais e até quantos vendedores serão necessários para que isso aconteça.
Todos os anos esse processo acontece na sua e em muitas outras empresas ao redor do mundo. Isso não poderia ser diferente na Resultados Digitais. Assim como você, nós estamos trabalhando em estratégias para que mais empresas possam se beneficiar com o que a internet oferece para o marketing empresarial. Além disso, queremos garantir que nossos clientes estejam satisfeitos com o que estão realizando.
Pensando assim, decidimos compartilhar 3 estratégias para que você possa vender mais e aproveitar as últimas tendências em geração de Leads e gerenciamento de oportunidades de negócio.

1) Eduque o seu cliente e traga novas perspectivas
Segundo uma pesquisa realizada pelo Rain Group com 700 empresas do mercado B2B, os consumidores estão mais abertos a ouvir àqueles vendedores que trazem algo novo para a mesa de negociação. No mercado atual é necessário aprender sempre, e compartilhar conhecimento relevante é a melhor forma de se tornar uma referência e ganhar a confiança do seu cliente.
Essa troca pode acontecer de duas maneiras.
A primeira é através da velha e boa conversa. Quando você tiver a oportunidade de falar com o seu potencial cliente, esqueça o discurso pronto e procure ouvir com atenção o que está sendo falado. Se esforce para entender o que está acontecendo e procure no seu arquivo de cases de sucesso alguma ideia que possa ajudar ao cliente a entender como ele pode superar o problema apresentado ou a ver uma oportunidade que ele ainda não tinha notado. Nesse post damos algumas dicas para essa primeira conexão.
A segunda é através do compartilhamento de conteúdo de qualidade que possa ser acessado por qualquer pessoa interessada no tema. Fazer isso é simples e muito recompensador. Basta buscar os conhecimentos relacionados à sua solução com as pessoas da sua empresa e organizar as ideias em um blog, eBooks, whitepapers, videoaulas ou qualquer outro formato que possa ser disponibilizado através de uma Landing Page. Esse material será utilizado não apenas para atrair novos contatos, mas deve servir para auxiliar na educação do seu possível cliente durante o processo da venda.
Não esqueça que é importante personalizar a produção de conteúdo e adaptar-se ao seu consumidor. Sempre que for enviar alguma informação nova com um potencial cliente lembre-se que é preciso entender o momento em que ele se encontra e como esse conteúdo será mais útil para o negócio dele do que apenas para te ajudar a vender.
Para entender melhor como criar conteúdos relevantes você pode conferir esse eBook sobre produção de conteúdo e também o nosso check-list que vai te ensinar o passo a passo para criar o seu próximo material.

2) Faça um processo de vendas colaborativo
Lembre-se que uma venda sempre acontece por que o comprador precisa comprar ou porque ele quer comprar. Para que isso fique ainda mais claro, basta pensar em você em duas situações diferentes do dia-a-dia.
Na primeira você está sem comer por 8 horas, está morrendo de fome e chega a um supermercado. Sua primeira reação será correr até a padaria para buscar algo de comer e nesse caso a compra parte de uma necessidade. Já na segunda, você acabou de comer e passa em frente a uma loja de doces com uma vitrine muito atraente. Mesmo que você não precise comer uma sobremesa, você entra e a compra porque ficou com vontade. Aqui a compra vai acontecer a partir de um desejo.
No mundo corporativo isso não é diferente. É preciso criar o desejo de compra no cliente, mostrar pra ele que ele pode ser mais realizado com a solução que a sua empresa oferece. No modelo atual de vendas esse desejo é criado através de um processo colaborativo onde o cliente gosta de se sentir parte ou dono da escolha.
Por isso é importante garantir que ele entenda todas as razões por trás da compra e como ele pode tirar proveito do que está adquirindo. O processo de vendas deve ser participativo e o cliente deve opinar, tirar dúvidas e sentir que ele está montando uma solução personalizada para resolver o problema que se apresenta. Mais do que trabalhando uma venda, você está ajudando na construção de um sonho.

3) Fale de números com seu cliente
A grande maioria das empresas é movida por números e por isso que essa etapa é tão importante. Depois que o seu cliente entende porque precisa da sua solução e cria o desejo por ela é necessário que ele tenha claro quais resultados pode esperar e que outros investimentos, além do dinheiro, deverão ser feitos.
Nessa etapa pode ser muito efetivo montar um breve planejamento com o cliente para que facilite o processo de entendimento dos passos que devem ser seguidos, além de alinhar expectativas e garantir uma melhor experiência com a solução oferecida. Esse mini planejamento também pode ser muito útil quando estamos negociando com pessoas que precisam de uma aprovação superior para realizar a compra. É uma boa forma de garantir que o que foi conversado seja passado na íntegra aos superiores.
É nessa etapa que você pode comparar a sua solução com a concorrência e mostrar quais as vantagens oferecidas por sua empresa. Além disso, você deve deixar claro o impacto final da contratação nas metas do futuro cliente, as possíveis oportunidades extras que apareceram durante o processo de vendas, mostrar como seus clientes fizeram isso e até o que não será alcançado com o que está sendo comprado. Tudo deve ser mostrado de forma muito realista, mas é importante dar um destaque à emoção. Lembre-se, mais que um produto ou serviço você está oferecendo uma solução que pode mudar o rumo das coisas.
Você deve estar se perguntando se existe algum modelo ideal para esse plano. Pode ser uma tabela, uma apresentação em slides ou um infográfico. O mais relevante é ser objetivo e tentar entender a linguagem que melhor funciona para seu cliente.
Bons negócios para sua empresa em 2014!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Disney, um estudo de caso mágico!



Disney, um estudo de caso mágico!

Sempre abordo em meus textos e palestras os casos da grandes empresas, mas sempre volto a fazer dos estudos de casos da Disney Company, isso não se deve apenas pela minha experiência nessa grande empresa, mas também pela forma quase que perfeita em gestão de pontos de vendas da Disney Company. Vamos avançar agora nesses maravilhoso mundo.





Onde colocar um ponto de venda?
Quem já esteve nos parques da Disney Company deve ter tido a maior experiência de Trade Marketing das suas vidas e provavelmente não repararam a importância dessa experiência. Se imaginem saindo da uma atração incrível, interagindo com os personagens mais fantásticos da Disney, onde se identificou com algum e achou a atração incrível, e na saída dessa maravilhosa experiência sai numa loja incrível com produtos e lembranças maravilhosas relacionadas aos personagens e a atração que acabou de participar. Acredita que essa incrível “coincidência” acontece em todas atrações da Disney? Pois ocorre de uma forma mágica, todos os dias em todas atrações dos parques da Disney pelo mundo com uma perfeição invejável, algo extremamente planejado para otimizar as vendas de todos os produtos. A mesma formula é aplicada com alimentos e bebidas nos parques, onde pontos fixos de alimentação são colocados em esquinas e pontos estratégicos para incentivar o fácil acesso e a compra por impulso, até mesmo a essência artificial com aromas irresistíveis são lançados no ar perto desses pontos de vendas, criando uma formula irresistível, isso é profissionalismo em Trade Marketing levado a sério, criando a divisão mais lucrativa de toda a Disney Company.



Tema, decoração e magia:
Entrar em uma loja ou restaurante da Disney é uma experiência mágica. Imagine entrar em uma loja com temas de cada personagem da Disney, com cores e luzes que e remetam a um mundo de historias infantis e que te torne novamente uma criança, com mais de 100 itens de cada personagem para atender a qualquer gosto e tamanho. Restaurantes que te levam para uma viagem de cores, cheiros e sabores em um temas escolhido e seguido com uma riqueza de detalhes nunca visto. Esse grande detalhe faz o consumidor perder o foco do preço ou da necessidade daquele produto, e passa a ser levado pelo impulso emocional que o faz consumir pelo ambiente onde esta inserido.



Quantidade e variedade.
A quantidade e variedade de produtos nas lojas da Disney company também é uma estratégia para aumentar o apelo de consumo, onde todos os elemento anteriores combinados com esse forçam o consumidor a levar pelo menos um item, mesmo que ele ainda não saiba para quem vai dar esse presente. Incrível, mas quem já foi sabe do que estou falando e deve estar rindo nesse momento.
 Quantidade de checkouts



IMPORTANTE. O cliente depois que escolher o item que vai levar não pode desistir da compra por não querer pegar uma fila para pagar, as lojas normalmente conta com vários caixas para facilitar o pagamento dos clientes, pois o maior fator de desistência de comprar poderia ser o tempo para passar no caixa, mas como falei, essa empresa pensou em tudo na frente, e essa é mais uma ação de Trade Marketing combinada com as maravilhosas gôndolas no checkout com doces e pequenas lembranças.



Movimentação forçada:
As grandes lojas da Disney, são pequenos labirintos, e não disposta como corredores de um supermercado, acho que já devem calcular o motivo. Sim, foi criada uma forma de reter os consumidores por mais tempo dentro das lojas, aumentando a possibilidade de conversão em vendas.

Resumo:
Esse são apenas alguns tópicos de discutimos em minhas palestras, caso tenham qualquer duvida podem me chamar no bate no chat que ou enviarem suas duvidas em meus contatos.

Att

Jake Neto  
www.facebook.com/dicasdetrademarketing
dicasdetrade@gmail.com

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Trade Marketing - recomendação de livro!


Leitura para todo profissional de negócios, principalmente aqueles direcionados a trade, marketing e vendas, este livro apresenta pontos de vista sobre as discussões atuais envolvendo trade marketing. Organizado em torno de artigos e entrevistas do autor, cada ponto de vista é enriquecido com notas de atualização, glossário e questões avançadas para análise. Em tom próximo ao coloquial, provocativo, sem as características clássicas de literatura acadêmica, o livro é uma leitura indispensável para os profissionais que desejam desenvolver seu próprio ponto de vista de fortma consistente, com embasamento técnico e prático. Adriano Maluf Amui: Administrador, pós-graduado em finanças & investimentos (ISPG), mestre em administração com ênfase em estratégia (FGV), especializado em gestão de negócios (Kellogg) e em governança corporativa (IBGC), com sólida carreira executiva nas empresas Shell, Parmalat e Nestlé. É diretor da consuiltoria ESFERA - Vendas, Trade & Marketing, fundou e dirige o INVENT - Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing, onder também atua como professor, além da ESPM. Prioriza a pesquisa à respeito dos temas: trade marketing, key account, management, gestãso por canais, avaliação do retorno de investimentos, construção de proposta de valorao canal e ao shopper, argumentário de vendas, ética aplicada desenvolvimento de vendas rentáveis e governança corporativa.

TRADE MARKETING

  
O papel do Trade Marketing é conquistar o consumidor final no ponto de venda, garantindo que a empresa produtora consiga não apenas expor seus produtos, mas também fazer com que as estratégias de Marketing adotadas se mantenham atrativas, despertando o interesse de compra.

Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV.


O papel do Trade Marketing é conquistar o consumidor final no ponto de venda, garantindo que a empresa produtora consiga não apenas expor seus produtos, mas também fazer com que as estratégias de Marketing adotadas se mantenham atrativas, despertando o interesse de compra.

Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV. - See more at: http://www.dino.com.br/releases/trade-marketing-uma-area-estrategica-para-a-industria-e-varejo-dino89011507131#sthash.5qCnfbGf.dpuf
O papel do Trade Marketing é conquistar o consumidor final no ponto de venda, garantindo que a empresa produtora consiga não apenas expor seus produtos, mas também fazer com que as estratégias de Marketing adotadas se mantenham atrativas, despertando o interesse de compra.

Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV.

O papel do Trade Marketing é conquistar o consumidor final no ponto de venda, garantindo que a empresa produtora consiga não apenas expor seus produtos, mas também fazer com que as estratégias de Marketing adotadas se mantenham atrativas, despertando o interesse de compra.

Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV.
O papel do Trade Marketing é conquistar o consumidor final no ponto de venda, garantindo que a empresa produtora consiga não apenas expor seus produtos, mas também fazer com que as estratégias de Marketing adotadas se mantenham atrativas, despertando o interesse de compra.

Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV. - See more at: http://www.dino.com.br/releases/trade-marketing-uma-area-estrategica-para-a-industria-e-varejo-dino89011507131#sthash.5qCnfbGf.dpuf
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Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV. - See more at: http://www.dino.com.br/releases/trade-marketing-uma-area-estrategica-para-a-industria-e-varejo-dino89011507131#sthash.5qCnfbGf.dpuf
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Mesmo produtos top of mind precisam de um bom posicionamento nas lojas, treinamento da força de vendas, estratégias locais com os varejistas, ações de degustação, demonstração e merchandising, além de estarem disponíveis nas áreas onde a clientela da marca costuma comprar. A partir do entendimento de que o ponto de venda precisa ser tão bem trabalhado quanto os demais momentos do ciclo de consumo, as empresas vêm investindo mais e mais no trade e se estruturando com profissionais capacitados para atuarem nestas funções.

A mudança de comportamento das marcas se deve a uma maior competitividade do mercado. Se antes a presença no canal e na mídia era suficiente para gerar o resultado esperado, hoje produtos muito similares disputam espaço nas prateleiras pela atenção do consumidor. Este setor ganhou tanta importância nos últimos anos que em alguns casos, gerou certo atrito com outros departamentos (inclusive o de Marketing) por disputarem verbas. Um espaço de destaque em um supermercado é tão ou mais importante do que um horário nobre na TV.

Por esta razão, as marcas são forçadas a elaborarem estratégias mais assertivas para o varejo, do contrário podem passar desapercebidas. “As ações de posicionamento de marca e de produto são elementos do composto de Marketing. Há 15 anos, as empresas achavam que se vendia apenas pelos canais de mídias. Hoje, percebemos que quase não há diferenciação entre os produtos, com embalagem, preço, investimento em mídia e público-alvo idênticos. Por isso, a tendência é levar a decisão para dentro da loja. Na guerra pelo consumidor, tudo é estratégia e a batalha se dá no ponto de venda”, afirma Sidney Porto, Diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil.

A medição do retorno também é um dos fatores determinantes para os crescentes e essenciais investimentos em Trade Marketing. Com a pressão cada vez maior por resultados em curto prazo, os executivos voltam as suas atenções para o momento em que a compra é decidida no ponto de venda. “O que chama atenção no PDV é que terá a venda realizada. Isso vai fazer a diferença cada vez mais”, pondera Maurício Morgado, especialista em varejo e professor da FGV. - See more at: http://www.dino.com.br/releases/trade-marketing-uma-area-estrategica-para-a-industria-e-varejo-dino89011507131#sthash.5qCnfbGf.dpuf

terça-feira, 2 de julho de 2013

Trade marketing




O conceito de Trade Marketing  surgiu na década de 90, quando, no comportamento de mercado,  o nível de procura não estava mais acima da oferta. Desde então, a oferta excede a demanda, principalmente com a expansão da tecnologia, dos transportes, da comunicação globalmente integrada, e da produção e comércio cada vez mais internacionalizados.
Com o excesso de oferta, aumentou a importância do trabalho dos setores intermediários como o de distribuição/atacadista e varejista na área da logística. Nesse parâmetro, Trade Marketing significa todos os esforços de marketing por parte do fabricante em seus canais de distribuição para otimizar as vendas de seus produtos.
A decisão de compra do consumidor está cada vez mais concorrida entre as empresas e na mídia, o que gerou a necessidade de ações de marketing e comunicação entre fabricante – distribuidor – atacadista e posteriormente no ambiente do varejo, para a conquista de maior fatia de mercado (market share).
O Trade Marketing objetiva conciliar as necessidades  de consumidores e do varejo às ofertas de sua marcas. Além de conhecer bem o produto, o bom vendedor deve conhecer bem as necessidades e hábitos de seus clientes, o que justifica o interesse das empresas fabricantes de produtos e serviços, e também de varejo  no cadastro de informações do cliente, sobretudo, do tipo de interesse de compra.
Um bom fabricante sabe que uma coisa é distribuir e ter seu produto ofertado num pequeno varejista, outra é tê-lo numa grande rede varejista, pois ,em cada estilo de loja, o público e seu comportamento de compra diferem.
Nesta relação, o fabricante oferece benefícios, promoção e descontos em escala para seus distribuidores e atacadistas visando uma parceria fidelizada. Além de negociar o preço, o vendedor tem a liberdade de oferecer maior quantidade ao cliente final e oferta gratuita de brindes.
Na oferta de benefícios por parte do fabricante, o distribuidor é incentivado a distribuir no mercado, em  maior proporção, determinado produto; e o  lojista é incentivado a destacar o produto em sua loja, colocando-o num lugar de maior visibilidade, com o auxílio de promotores de venda da fábrica que levam gôndolas e displays, por exemplo. O Trade Marketing, antes de chegar no consumidor final, significa , na prática, um esforço de marketing entre os intermediários de um canal de distribuição, fazer que seu produto seja preferido pelos distribuidores parceiros, atacadistas e varejistas devido a benefícios cedidos e forte comunicação interna realizada por parte da empresa fabricante.
Esses esforços garantirão maior presença de mercado, maior visibilidade, movimentação de produtos,  capital e lucro. Essas ações são coordenadas por profissionais de Trade Marketing que orientam e comandam as equipes de promotores de venda e demonstradores que trabalharam no posicionamento físico do produto no ponto de venda, sobretudo, fidelizando a escolha do consumidor .
Dentro das ações de marketing tradicional  não basta somente os esforços em vendas, propaganda,  promoção e merchandising. Não basta a empresa fabricante pensar que vende somente para a loja, ela também vende e se relaciona com distribuidores, atacadista e diversos níveis de varejistas, em cada etapa do canal de distribuição, a empresa deve empreender esforços de comunicação e benefícios oferecidos aos executores de seu canal de distribuição para fortalecer a presença de seus produtos e participação de mercado em cada setor do canal.
Fontes:
http://www.administradores.com.br/artigos/esclarecendo_o_conceito_trade_marketing/21304/
http://www.portaldapropaganda.com/marketing/reimar/2007/11/0001

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O poder do Networking


O networking é simplesmente a mais importante actividade que todo profissional deve tratar com muito carinho. É na utilização do nosso networking que conseguimos criar novas oportunidades de negócios. Gerir e desenvolver relações é, sem dúvida, o mais antigo processo de relação na actividade humana. Quando sabemos gerir e capitalizar a nossa rede de networking, esta rede pode ser muito proveitosa para nós e para que possamos manter o mundo dos negócios a avançar.
O grande problema que existe em fazer networking é que muitos profissionais não o fazem como deve ser. Alguns profissionais até conseguem achar que não precisam de criar o seu networking, pois sentem-se intimidados pelo próprio processo em si.
Num evento de networking um bom profissional deve saber gerir todo o processo em seis etapas muito importantes para obter sucesso. Por isso estude e decore estas dicas.
1. Os primeiros 5 segundos
No início de um evento de networking, a chave do sucesso no início de uma discussão é conseguir que o seu interlocutor veja o quanto está descontraído. Se puser a mão na consciência verá que, tal como você, todos estão ali para o mesmo e sob o mesmo nível de estrese. Você vai fazer um grande sucesso e causar uma boa impressão se tomar a iniciativa, sorrir, ouvir com atenção e actuar como se fosse você o anfitrião do evento.
2. Os seguintes 20 segundos
Nos seguintes 20 segundos, a chave do sucesso é conseguir criar empatia e fazer com que o seu interlocutor sinta-se “seguro”. Aqui ter uma escuta activa é crucial, isso porque você vai estar a espera de saber mais sobre outra pessoa e ela tem que entender isso como se fosse uma “estrela”.
3. Os próximos 2 minutos
Sem dúvidas chegamos ao momento mais importante ou auge do processo de networking. É aqui que começa o verdadeiro teste para os dois interlocutores. Quanto melhor estruturar e envolver o seu interlocutor na discussão, mais fácil irá ficar para você conseguir obter toda a informação para conhecer melhor quem está a sua frente. Está é a fase de criação da confiança.
4. Os últimos 5 segundos
Ok. Já conseguimos criar a confiança e o seu interlocutor mostrou um grande interesse pelas suas ideias. Aqui é quando você vai atingir o pico de toda a conversa. É aqui que vai passar “aquela” mensagem. Chegou o momento de largar o seu discurso de venda. Mas cuidado. Este momento não é para começar um longo discurso. Lembre-se que um evento de networking foi feito para criar relações, não para fazer apresentações comerciais. Todos os que usam discurso comercial conseguem fazer os outros afastarem-se dele a sete pés.
5. Das próximas 24 horas até 7 dias
Estabeleceu a confiança e agora é importante dar continuidade, afinal o propósito do seu networking é em última instância conseguir fazer uma venda ou conseguir atingir um acordo de parceria. Lembre-se que vender é um negócio entre pessoas, não entre produtos. As pessoas não se importam com o quanto você sabe até o momento que eles sabem o quanto você se importa com eles.
6. O resultado final
Quando o seu encontro de networking estiver chegando ao fim, é recomendável que assuma o controle para que na transição de saída da conversa actual saiba fazer a ponte ao seu interlocutor para uma outra conversa. Uma boa sugestão é apresenta-lo uma outra pessoa do evento, fazer uma breve introdução e pedir licença para sair. Como disse antes, é nos últimos cinco segundos, que tem a hipótese de criar uma oportunidade, uma oferta para manter contacto ou um compromisso agendado para retornar a conversa e assim poder ser mais longa e produtiva.
Finalmente, tenha a certeza de agradecer a outra pessoa o tempo que despendeu consigo a conversar e a trocar uma série de novas ideias.
Não pense que já tem o trabalho feito, lembre-se que um evento de networking é somente o começo do processo. Saber fazer o follow-up com a(s) pessoa(s) que conheceu é fundamental para não ser esquecido. É chegada a altura de fazer valer todos os contactos feitos e potenciar todas as oportunidades que criou.
Pense nisso e rentabilize os seus contactos.

Marketing de relacionameto:


Marketing de relacionameto:

Devemos saber o máximo possivel  das expectativas, anseios, desejos de nossos clientes e conhece-los inclui saber quem são, onde querem chegar e o que estão fazendo para isso

Tomando como verdade  que tudo o que é grande começa pequeno , um bom ponto de partida consiste em elaborar uma lista de ítens úteis que nos levam a conhecer nosso cliente. Saiba, no entanto, que há  desdobramentos sofisticados deste tema. Sistemas e programas que  terão abrangência e eficácia avassaladoras , como o CRM. Arma poderosa amplamente utilizada por bancos e financeiras. Mas o que propomos aqui é nesta nossa parada para o cafezinho é que se  faça primeiramente o simples e  pensemos no conceito do marketing de relacionamento !

Veja: Perguntar é a forma mais simples, informativa  e criativa  de aprendermos sobre nosso cliente!

Dica 1:
Elabore esta lista com as perguntas básicas que você deverá tê-las respondidas para conhecer seus clientes.
Alguns exemplos:

Se você quer conhecer seu cliente pessoa física.
Pergunte –se:
  1. Nome completo
  2. Data de aniversário
  3. Religião
  4. Estado civil
  5. Tem filhos?
  6. Quantos?
  7. Tem Hobbies , quais ?
  8. O que quer fazer daqui a 5 anos ?Onde quer estar?
Olhando para o foco do seu negócio: há mais algumas perguntas importantes.
Exemplo: se o seu produto são  projetos para deficientes fisicos, pergunte

  1. Tem pessoas com deficiências física na sua família?
  2. Quais?
  3. Que deficiência apresentam?
Se você quer conhecer melhor seu cliente pessoa juridica , começe perguntando sobre seus dados  empresariais

  1. Data de aniversário da empresa
  2. Tem filiais?
  3. Qual o quadro societário?
  4. Tem quantos funcionários?
  5. Quais são seus produtos, como estão posicionados no mercado?
  6. Onde fica a planta fabril?
 
Dica 2 
Faça esta lista com calma deixe de lado e somente volte a ela mais tarde. Compare  o foco das perguntas diante do foco seu serviço/produto. Realmente elas te ajudam a conhecer bem seu cliente?

Preste atenção para não ter acúmulo de informações inúteis assim como:
Sua empresa nunca promove nenhuma ação na data de aniversário de clientes, nem pretende fazê- lo, para que ter este dado armazenado? Se por outro lado você promove sempre eventos ligados ao natal, o ítem religião é relevante, ou você incorre no risco de enviar um presente de natal para um judeu e esquecer de festejar  a passagem do ano judaico !
Mais uma vez deixe de lado sua lista e retorne amanhã. Releia e comece a  responder a todas as perguntas que você mesmo fez !


Concluída  esta etapa você terá um mapa de como entender e atender a estes clientes.