quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
5 DICAS PARA AUMENTAR AS VENDAS DE NATAL
O Natal já está aí. E é nesta época que a maioria das lojas fatura mais que no ano todo. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas , as vendas nestas festas devem crescer 5% em relação ao ano passado. Por isso, já passou da hora de o empreendedor investir em cuidados que não são necessários nos demais meses. Assim, ai vai cinco estratégias que os lojistas podem usar para atrair mais clientes nesta época do ano.
Facilite a compra
Negocie o valor de preços e prazos de pagamentos com seus clientes. O consumidor tende nesta época do ano a optar por parcelamentos a perder de vista. Mas cuidado: essa estratégia deve ser planejada para não trazer prejuízos para a sua empresa. Por isso, cuide bem do seu fluxo de caixa.
Capriche na apresentação dos produtos
Deixe expostos os produtos de maior procura pelos consumidores. Colocar próximos uns dos outros os itens que se complementam ou os de categorias semelhantes ajuda a aumentar as vendas. Invista em uma vitrine criativa que chame atenção dos clientes e abuse do capricho. No Natal, sempre vale a pena.
Invista em novidades
Os clientes sempre ficam entusiasmados quando descobrem uma oferta que eles não estavam esperando. Essa surpresa pode facilitar o fechamento de demais compras. Por isso, inove e invista em novidades.
Tenha um atendimento excelente
Nada vai dar certo se o atendimento falhar. Para obter sucesso com os clientes, a forma de atender faz toda a diferença. Treine os seus funcionários para manter a excelência apesar do movimento maior e para o cliente não esperar muito. Oferecer brindes e embalagens de presentes pode aumentar a satisfação dos consumidores.
Engaje sua equipe
Faça uma organização especial e um controle minucioso para o Natal. É inadmissível faltar produtos ou funcionários na loja. Esse é o momento para toda equipe ajudar com estratégias para melhorar o empreendimento.
BOAS VENDAS E BOAS FESTAS
sábado, 1 de dezembro de 2012
5 dicas para organizar melhor o ponto de venda
Tornar o ponto de venda mais atraente é um dos desafios para quem quer trazer mais clientes para sua loja e aumentar o faturamento. Para garantir uma boa exposição dos seus produtos. Seguem abaixo 5 dicas para o varejo, onde seguindo esses passos pode melhorar o retorno em seu ponto de venda.
1. Personalize a fachada e a vitrine
A fachada deve ser a mais adequada possível ao público que a loja pretende atrair e aos produtos e serviços que ela tem a oferecer. A vitrine externa transmite a personalidade da loja e deve traduzir o que o cliente encontra no interior dela. A porta de entrada deve facilitar ao máximo o acesso. Se tiver de permanecer fechada, é melhor que seja de vidro, para que o cliente possa visualizar o interior da loja. A porta mais indicada é a dupla, com uma folha abrindo para dentro e outra para fora, com os avisos “empurrar/puxar” bem visíveis. Lojas destinadas a mulheres devem prever a entrada e a circulação de carrinhos de bebê.
A fachada deve ser a mais adequada possível ao público que a loja pretende atrair e aos produtos e serviços que ela tem a oferecer. A vitrine externa transmite a personalidade da loja e deve traduzir o que o cliente encontra no interior dela. A porta de entrada deve facilitar ao máximo o acesso. Se tiver de permanecer fechada, é melhor que seja de vidro, para que o cliente possa visualizar o interior da loja. A porta mais indicada é a dupla, com uma folha abrindo para dentro e outra para fora, com os avisos “empurrar/puxar” bem visíveis. Lojas destinadas a mulheres devem prever a entrada e a circulação de carrinhos de bebê.
2. Capriche nas prateleiras
As prateleiras são o prolongamento da vitrine e devem proporcionar ao cliente um contato mais próximo e estimular seu interesse nos produtos. A forma como os produtos são apresentados influi na decisão de compra. Para tirar melhor proveito do espaço, recomenda-se colocar mais itens nas prateleiras, em vez de exibir grandes quantidades de um mesmo produto. O ideal é aproximar produtos afins, como meias e sapatos, salgadinhos e bebidas, e usar as áreas perto do caixa para expor pequenos produtos de conveniência ou comprados por impulso. O mostrador é um excelente recurso para exibir mercadorias frágeis ou de valor, que precisam ser guardadas de forma segura.
As prateleiras são o prolongamento da vitrine e devem proporcionar ao cliente um contato mais próximo e estimular seu interesse nos produtos. A forma como os produtos são apresentados influi na decisão de compra. Para tirar melhor proveito do espaço, recomenda-se colocar mais itens nas prateleiras, em vez de exibir grandes quantidades de um mesmo produto. O ideal é aproximar produtos afins, como meias e sapatos, salgadinhos e bebidas, e usar as áreas perto do caixa para expor pequenos produtos de conveniência ou comprados por impulso. O mostrador é um excelente recurso para exibir mercadorias frágeis ou de valor, que precisam ser guardadas de forma segura.
3. Aproveite bem o espaço
Um dos elementos que definem a circulação, o balcão deve ser planejado para que não se torne um obstáculo entre o cliente e a mercadoria. O caixa deve ser discreto, para não desviar a atenção do cliente da área de vendas, porém visível. Os móveis não devem ocupar mais de 40% da loja. Se a área for muito pequena, podem ser usados recursos de iluminação, pintura e espelhos para aumentar a sensação de espaço. Uma boa circulação requer corredores amplos e planejados como vias de mão dupla, que propiciem a visão plena dos produtos.
4. Organize o fluxo
O percurso do cliente na loja pode ser previamente delineado para que não haja conflitos entre a movimentação deles e dos funcionários. O consumidor tende a se deslocar para a direita, no sentido horário. Assim, é preciso dispor os produtos em uma sequência bem programada, que garanta a circulação por todo o espaço. Para evitar que o fundo da loja se torne uma “zona morta”, por exemplo, pode-se utilizar essa região para expor produtos em oferta ou montar uma mesa de degustação. A boa sinalização contribui para orientar a circulação. Ela pode ser feita com cartazes e setas. Para que o cliente as enxergue de qualquer ponto, o ideal é que prateleiras e gôndolas posicionadas na área central não ultrapassem 1,50 m. O uso de materiais e cores diferentes e de iluminação constituem outras formas de sinalização.
Um dos elementos que definem a circulação, o balcão deve ser planejado para que não se torne um obstáculo entre o cliente e a mercadoria. O caixa deve ser discreto, para não desviar a atenção do cliente da área de vendas, porém visível. Os móveis não devem ocupar mais de 40% da loja. Se a área for muito pequena, podem ser usados recursos de iluminação, pintura e espelhos para aumentar a sensação de espaço. Uma boa circulação requer corredores amplos e planejados como vias de mão dupla, que propiciem a visão plena dos produtos.
4. Organize o fluxo
O percurso do cliente na loja pode ser previamente delineado para que não haja conflitos entre a movimentação deles e dos funcionários. O consumidor tende a se deslocar para a direita, no sentido horário. Assim, é preciso dispor os produtos em uma sequência bem programada, que garanta a circulação por todo o espaço. Para evitar que o fundo da loja se torne uma “zona morta”, por exemplo, pode-se utilizar essa região para expor produtos em oferta ou montar uma mesa de degustação. A boa sinalização contribui para orientar a circulação. Ela pode ser feita com cartazes e setas. Para que o cliente as enxergue de qualquer ponto, o ideal é que prateleiras e gôndolas posicionadas na área central não ultrapassem 1,50 m. O uso de materiais e cores diferentes e de iluminação constituem outras formas de sinalização.
5. Planeje o estoque
A área destinada ao estoque deve ser planejada de acordo com as necessidades do negócio. Ele deve estar em local acessível para abastecer a área de vendas, mas sem subtrair parte de seu espaço.
A área destinada ao estoque deve ser planejada de acordo com as necessidades do negócio. Ele deve estar em local acessível para abastecer a área de vendas, mas sem subtrair parte de seu espaço.
domingo, 25 de novembro de 2012
DISNEY E PSICOLOGIA POSITIVA
Ola amigos
Falar em vendas é falar em positividade, pois todos que trabalham diretamente com vendas sabem que a venda começa no estado emocional do vendedor, assim busquei o texto de um Grande amigo Claudemir Oliveira que hoje tambem aplica esse tipo de treinamento de Pscologia Positiva para milhorar o desempenho de empresas. Leiam abaixo essa maravilhosa matéria sobre um dos maiores exemplos de positividade.
_________________________
"Nascido em cinco de dezembro de 1901, Walt Disney jamais imaginaria que sua vida teria muito a ver com psicologia positiva, ciência “nascida” somente na década de 70. Nos estudos do meu doutorado, consegui identificar muito desta característica na forma como Walt Disney pensava e encarava a vida.
Infância em Marceline
Walt nasceu em Chicago, mas dessa cidade não trouxe muita
influência porque sua família se mudou em 1906 para uma pequena cidade
chamada Marceline, no Missouri (na verdade, viveu em
um pequeno sítio, onde tive o privilégio de visitar seis vezes para
pesquisas). Viveu poucos anos lá, pois em 1911, por razÕes de saúde, o
pai teve de mudar-se com todos para Kansas City. Mas Walt afirmou que Marceline foi a melhor época da sua vida.
Gostava tanto da cidade que a homenageou em muitas de suas obras, nos
filmes (pássaros, lagos, flores, animais…) e nos parques. Você sabia que
a entrada principal do Magic Kingdom (Main Street USA)
é uma réplica de Marceline? Talvez, essa infância feliz tenha
desenvolvido sua forma positiva de reagir às dificuldades que passaria
no futuro. Resiliência, muito estudada em psicologia positiva, viria a
ser uma das principais qualidades de Walt Disney.
Crise = Oportunidade
Quando tinha 19 anos, em 1920, Walt abriu sua primeira empresa com Ub Iwerks, a Iwerks-Disney Commercial Artists.
Durou apenas dois meses. Como não desistia de seus sonhos e focava no
aprendizado, em 1922, tenta, sozinho, abrir sua segunda empresa, Laugh-o-Grams.
Essa durou 13 meses, o que, do ponto de vista de psicologia positiva,
pode ser visto como um progresso, afinal de contas a primeira durou
apenas dois.Finalmente, em 16 de outubro de 1923, Walt, junto com seu irmão Roy Disney, fundou o Disney Brothers Studio, que, através dos anos, se transformou em The Walt Disney Company. O que muita gente não sabe é que eles abriram com 500 dólares emprestados pelo tio Robert, na garagem da casa do mesmo tio. Quer mais psicologia positiva que acreditar nos seus próprios sonhos, mesmo diante das dificuldades? Vale a pena ressaltar que a dupla Walt-Roy é talvez um dos maiores “cases” de sucesso no mundo corporativo. O segredo? Um gênio criativo (Walt) e um gênio financeiro (Roy). Essa combinação explica como a empresa está chegando aos seus 87 anos e com mais de 140 mil funcionários no mundo, avaliada em alguns bilhões de dólares.
Mortimer ou Mickey Mouse?
Mickey Mouse tem uma história curiosa e brilhante pois ele é
consequência de um grande erro de Walt Disney. Em 1928, Walt perdeu os
direitos do desenho “Oswald, o coelho de sorte”, por não ter
lido bem o contrato, que dizia que o personagem pertencia à
distribuidora e não ao criador. No desespero de ter sua terceira
falência, Walt tinha de encontrar uma saída urgentemente. Na volta,
entre Nova Iorque e Hollywood, o trem passava exatamente por onde Walt
viveu sua infância (Marceline e Kansas City). Foi, nessa
viagem, que ele se lembrou de um pequeno camundongo que costumava ir a
sua mesa buscando alimento. Fez alguns traços e perguntou a esposa
Lilian se “Mortimer Mouse” seria um bom nome. A resposta foi:
por que não Mickey Mouse? Nascia, então, o personagem que transformou
toda a empresa até os dias de hoje. Que lições de psicologia positiva
podemos tirar desse evento? A mais básica é que Walt nunca desistiu de
seus sonhos. A segunda é que Walt acreditava que as dificuldades eram
oportunidades. E eu acredito que é quando o céu está bem escuro que as
estrelas mais brilham. Contam os biógrafos que, depois da perda de
Oswald, Walt Disney passou a ser extremamente possessivo, naturalmente
com medo de acontecer com Mickey o mesmo que havia acontecido com o
personagem anterior.
Walt e pioneirismo
Com a criação que revolucionaria a empresa, Walt queria mais
inovações. A primeira foi na área de som. Criou o primeiro desenho
animado com som sincronizado, “Stemaboat Willie” (1928). Na verdade, esse foi o terceiro desenho de Mickey, seguido de “Plane Crazy” e “The Galloping Gaucho”. Depois, viria o primeiro desenho animado em cores, “Flowers and Trees”(1932).
Qual foi a recompensa desta ousadia? Walt ganhou o primeiro Oscar da
academia. A genialidade de Disney não parava por aí. Em sua carreira,
ganhou 22 Oscars, um recorde imbatível até hoje.Depois dessas duas primeiras inovações, Walt viria com a maior de suas loucuras. Queria transformar o desenho animado em obra de arte; seu grande e louco projeto se chamava “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), o primeiro longa-metragem da história. Para você entender o tamanho da ousadia, imagine o seguinte. Na época, fazer um desenho de quatro minutos levava meses com dezenas de funcionários trabalhando. Walt queria ir de quatro minutos a uma hora e meia de duração. Preciso falar mais alguma coisa? Preciso falar mais de psicologia positiva na vida desse visionário? Obvio, brigou com Roy Disney mais uma vez. Mas Walt tinha o poder de convencer seu irmão a realizar seus sonhos. O filme levou quatro anos, com centenas de artistas envolvidos e o mundo dizendo que ninguém iria ao cinema para ver um desenho animado longo. Walt arriscou tudo porque acreditava no projeto. Colocou quase tudo que tinha como garantia para que o banco pudesse emprestar o dinheiro. E o resultado? 8 milhões de dólares, na época, quando a entrada de cinema para adultos custava vinte e três e para criança apenas dez centavos. Foi o primeiro filme a ter um planejamento completo de marketing e distribuição, incluindo vendas de produtos com os personagens. Com o dinheiro arrecadado, Walt Disney agora tinha outro projeto. Aliás, ele nunca parava de pensar em novas ideias. Ao caminhar pelos parques de diversões existentes na década de 40, percebeu que somente suas duas filhas, Sharon e Diane, brincavam. Os adultos eram meros expectadores. Nascia, então, seu grande sonho de construir um parque para famílias que tomou forma com a Disneylândia, na Califórnia, em 17 de julho de 1955. Devido ao sucesso, expandiu-se para a Flórida (01-10-1971), Japão (15-04-1983), França (12-04-1992), Hong Kong (12-09-2005) e já foi aprovado Shanghai para os próximos anos. Os críticos diziam que um parque para adultos e crianças não funcionaria. Diziam que a Disneylândia seria esquecida e fechada em menos de um ano. A psicologia positiva de Walt Disney explica porque estou aqui para contar a história. Acredite nos seus sonhos e, na dúvida, SEMPRE ponha psicologia positiva do seu lado! Essa nova ciência deve ser um de seus guias para o sucesso!"
Matéria de Claudemir Oliveira de www.seedsofdreams.org e seeds@seedsofdreams.org.
Trade Marketing e Shopper Marketing
O Trade Marketing é o marketing feito junto aos canais de
distribuição com o objetivo de estreitar a parceria e relacionamento
junto a estes canais de distribuição. O Trade Marketing é uma das áreas
do Marketing com foco no desenvolvimento do relacionamento entre
indústrias e canais de venda, após identificação das necessidades entre
marcas dos produtos, pontos-de-venda e consumidores. O Trade Marketing
analisa os hábitos e preferências dos consumidores para desta forma
orientar quais canais deverão ser utilizados, que produtos poderão ser
desenvolvidos e quais meios de distribuição serão adequados para atender
as preferências do mecado-alvo.
O Trade Marketing oferece inúmeras vantagens. A vantagem de maior destaque é a possibilidade de aumento da rentabilidade mas que também proporcionará troca de informações estratégicas; maior relação de confiança entre o canal de vendas, de distribuição e a indústria; parceria e relação de longo prazo; agrega valor na marca; deixa de ter o foco apenas da questão de preço e obtém maior freqüência de pedidos devido a proximidade do relacionamento existente
Para as indústrias manterem sua competitividade e não perderem mercado junto aos concorrentes deverão atuar com um Trade Marketing que terá suas ações exclusivas através do Business to Business, buscando três situações em particular:
Podemos entender que o Shopper Marketing seja uma evolução do Trade Marketing. Ele surgiu da necessidade dos profissionais atuantes na cadeia de Promoção e Vendas identificarem e compreenderem o que e como as pessoas pensam e agem no momento da compra como forma de aumentar as vendas no varejo de suas próprias marcas e ainda proporcionar uma experiência de compra mais agradável para o cliente.
Empresas do segmento alimentício, por exemplo, inovaram desenvolvendo áreas de shopper marketing para poder compreender e influenciar o comportamento do consumidor diretamente no PDV. Através da utilização das informações e conhecimento sobre o comportamento de seus consumidores, aproveitaram a oportunidade para criar ações vantajosas junto aos varejistas, utilizando ações estratégicas focadas no aumento das vendas dos varejistas, de suas marcas e melhorar experiência de compra junto aos shoppers (clientes compradores).
Shopper Marketing:
Ainda pouco difundido no Brasil, o conceito de Shopper Marketing é muito utilizado por fabricantes em todo o mundo para atingir adequadamente seu público-alvo no ponto de venda.
Shopper marketing é “entender” como os consumidores se comportam, em diferentes canais e formatos, e alavancar essa inteligência para o benefício de todos os interessados.
Mas em que, na prática, se consiste o Shopper Marketing?
Primeiro temos que pensar um pouco sobre Trade Marketing para entendermos o conceito do Shopper, que se consiste nas estratégias entre fabricante x canal distribuidor (varejista) x consumidor final. O Trade Marketing é responsável pelo bom andamento das negociações entre as partes envolvidas, cuidando de toda a área logística, do relacionamento, ponto de venda. Porém, com o consumidor se tornando cada vez mais exigente, nasceu a necessidade de se criar uma área específica para conhecer e identificar seus desejos e necessidades. Daí surgiu o Shopper Marketing.
”Com o Shopper Marketing é possível direcionar ações para os consumidores mais fiéis, podendo vender produtos ou serviços complementares. Isso é importante tanto para a indústria e, principalmente, para o varejo, que pode segmentar a oferta para os clientes que são mais sensíveis ao preço” Rafael D’Andrea, autor do livro ‘Shopper Marketing’.
Quem é o Shopper?
O Shopper, diferente do consumidor comum, é o cliente que pensa, pondera e decide a sua compra. Ele avalia criteriosamente o custo x benefício do bem adquirido, e sofre uma influência diferenciada no ponto de venda. É o cliente que preza o relacionamento com a empresa, que leva em consideração a sua imagem perante o mercado e a sociedade, que valoriza o contato, a exclusividade, que pesquisa sobre a empresa nas redes sociais, que conhece a concorrência.
Por que Shopper Marketing?
Conhecer o Shopper é a melhor forma de atingi-lo. Quando se realiza uma estratégia direcionada, específica para aquele perfil consumidor, as chances de impactá-lo positivamente são maiores, pois este fará a leitura da comunicação adequadamente e, por consequência, a compra será efetivada.
O Trade Marketing oferece inúmeras vantagens. A vantagem de maior destaque é a possibilidade de aumento da rentabilidade mas que também proporcionará troca de informações estratégicas; maior relação de confiança entre o canal de vendas, de distribuição e a indústria; parceria e relação de longo prazo; agrega valor na marca; deixa de ter o foco apenas da questão de preço e obtém maior freqüência de pedidos devido a proximidade do relacionamento existente
Para as indústrias manterem sua competitividade e não perderem mercado junto aos concorrentes deverão atuar com um Trade Marketing que terá suas ações exclusivas através do Business to Business, buscando três situações em particular:
- Concentração de vendas: Neste caso, a tarefa do Trade Marketing é buscar evitar a centralização de vendas dos produtos em um único cliente ou em poucos clientes.
- Valor: O Trade Marketing deverá desvincular a idéia de que o preço é o único fator decisivo e desta forma agregar valor apresentando todos os benefícios e vantagens que seus produtos oferecem à revenda do .
- Rentabilidade: o Trade Marketing deve avaliar o valor de acordo com o cliente e identificar as margens de resultado em cada um deles.
Podemos entender que o Shopper Marketing seja uma evolução do Trade Marketing. Ele surgiu da necessidade dos profissionais atuantes na cadeia de Promoção e Vendas identificarem e compreenderem o que e como as pessoas pensam e agem no momento da compra como forma de aumentar as vendas no varejo de suas próprias marcas e ainda proporcionar uma experiência de compra mais agradável para o cliente.
Empresas do segmento alimentício, por exemplo, inovaram desenvolvendo áreas de shopper marketing para poder compreender e influenciar o comportamento do consumidor diretamente no PDV. Através da utilização das informações e conhecimento sobre o comportamento de seus consumidores, aproveitaram a oportunidade para criar ações vantajosas junto aos varejistas, utilizando ações estratégicas focadas no aumento das vendas dos varejistas, de suas marcas e melhorar experiência de compra junto aos shoppers (clientes compradores).
Shopper Marketing:
Ainda pouco difundido no Brasil, o conceito de Shopper Marketing é muito utilizado por fabricantes em todo o mundo para atingir adequadamente seu público-alvo no ponto de venda.
Shopper marketing é “entender” como os consumidores se comportam, em diferentes canais e formatos, e alavancar essa inteligência para o benefício de todos os interessados.
Mas em que, na prática, se consiste o Shopper Marketing?
Primeiro temos que pensar um pouco sobre Trade Marketing para entendermos o conceito do Shopper, que se consiste nas estratégias entre fabricante x canal distribuidor (varejista) x consumidor final. O Trade Marketing é responsável pelo bom andamento das negociações entre as partes envolvidas, cuidando de toda a área logística, do relacionamento, ponto de venda. Porém, com o consumidor se tornando cada vez mais exigente, nasceu a necessidade de se criar uma área específica para conhecer e identificar seus desejos e necessidades. Daí surgiu o Shopper Marketing.
”Com o Shopper Marketing é possível direcionar ações para os consumidores mais fiéis, podendo vender produtos ou serviços complementares. Isso é importante tanto para a indústria e, principalmente, para o varejo, que pode segmentar a oferta para os clientes que são mais sensíveis ao preço” Rafael D’Andrea, autor do livro ‘Shopper Marketing’.
Quem é o Shopper?
O Shopper, diferente do consumidor comum, é o cliente que pensa, pondera e decide a sua compra. Ele avalia criteriosamente o custo x benefício do bem adquirido, e sofre uma influência diferenciada no ponto de venda. É o cliente que preza o relacionamento com a empresa, que leva em consideração a sua imagem perante o mercado e a sociedade, que valoriza o contato, a exclusividade, que pesquisa sobre a empresa nas redes sociais, que conhece a concorrência.
Por que Shopper Marketing?
Conhecer o Shopper é a melhor forma de atingi-lo. Quando se realiza uma estratégia direcionada, específica para aquele perfil consumidor, as chances de impactá-lo positivamente são maiores, pois este fará a leitura da comunicação adequadamente e, por consequência, a compra será efetivada.
sábado, 10 de novembro de 2012
Ponto de Venda Perfeito. Será que existe?
Em visitas recentes em supermercados, eu pude perceber, que o Brasil está seguindo diversas tendências mundiais de ações no Ponto de Venda.
No último evento da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, sobre Trade Marketing foram mostrados diversos PDVs criados com papelão que é o material do momento. O papelão é ecológico, moderno, dá para montar um visual bonito e tem uma aceitação muito grande por parte do consumidor.Eu verifiquei que diversos espaços no Carrefour especificamente estão sendo criados com materiais, como um espaço bem grande da Unilever, com exposição de diversas linhas de produtos.
Nesta minha visita, eu verifiquei uma ponta de gôndola bem montada, com todos os requisitos que precisamos ter, tais como: preço, produto arrumado, comunicação clara e etc.
Outra novidade que encontrei foi à antiga Itubaína da Schincariol (quem é um pouco mais antigo lembra hein..rs). Totalmente repaginada, e com visual moderno, eu achei linda a embalagem e por isso acabei comprando para conferir. O ponto de venda estava arrumadinho, mas com uma grande falha, não tinha preço, e como sempre dizemos, produto sem preço na gôndola não vende.
Outro grande exemplo de Pondo de venda perfeito que hoje encontramos, e nesse caso posso falar com conhecimento, são os pontos de venda de assinaturas de revista, que estão evoluindo para se adaptar ao mercado, podemos encontrar esses pontos de venda em diversos shopping, supermercados e aeroportos, pois todas editoras procuram locais com grande fluxo de pessoas para montar seus pontos de venda. Em exemplo abaixo, coloco um de meus trabalhos com o Ponto de Vendas de assinaturas da Editora Três no aeroporto de Florianopolis, onde montamos uma sala de leitura. Notem que esse ambiente ao primeiro contato parece uma biblioteca, com todos os livros, mas é apenas um adesivo nas paredes.
| Ponto de vendas de assinaturas - Editora Três |
domingo, 4 de novembro de 2012
Como colocar seu produto nas prateleiras dos grandes varejistas
O primeiro lugar em que Chossek conseguiu emplacar seus produtos foi a rede Gelson’s, relatou o empresário ao site do New York Times. Para convencer o comprador da loja de que seus produtos fariam sucesso, Chossek pediu permissão para montar um estande dentro do supermercado. Em uma demonstração de quatro horas, vendeu 92 garrafas de um molho com alho orgânico. As vendas foram estendidas para uma segunda loja Gelson’s. Em seis meses, todas as unidades da rede tinham os produtos. Hoje em dia, a Garlic Gold está presente em 3 mil pontos de venda nos Estados Unidos.
O New York Times montou um pequeno guia com sugestões e lições de empresários como Brian
Chossek para colocar seus produtos nas prateleiras das principais redes. Confira as dicas.
1. Comece pequeno. Os grandes varejistas querem ver um bom histórico antes de vender seus produtos. O comércio eletrônico é uma boa maneira de provar que seus itens vendem bem. Outra maneira de fazer isso é procurar lojas pequenas – podem ser até as lojas em que você tem o hábito de fazer compras.
2. Ouça os compradores. Visite as lojas em que você quer que seu produto seja vendido. Os compradores querem saber se o seu item é diferente do que a loja já vende. Confira se você tem a variedade e as características que os compradores querem.
3. Compareça às feiras de negócios. Participar desses eventos pode demandar algum investimento, mas eles facilitam a exposição a diversos varejistas que buscam produtos novos. É também é uma maneira de ter contato com lojistas menores. Tome cuidado com o escopo da feira: é importante que os visitantes estejam procurando produtos similares ao seu.
4. Considere contratar um representante comercial e profissional de Trade. Se você não pode manter um profissional de trade e vendas exclusivo, os representantes, que recebem quando fazem a venda, podem ser uma maneira mais barata de chegar aos varejistas.
5. Faça o comprador procurar você. A melhor maneira de colocar seu produto na prateleira de uma loja é quando o comprador o procura porque os clientes estão perguntando sobre os seus itens. Esses fregueses leram ou ouviram falar do seu produto. Mande seus itens para blogueiros e peça uma opinião deles.
Escrito por Mariana Iwakura e adaptado por Jake Neto
Como escolher a cor certa para sua empresa?
O bom em se começar um negócio é estar com tudo pronto. Loja preparada para receber os clientes, estoque completo e funcionários devidamente capacitados. Mas antes de fazer a inauguração você já preparou a identidade visual da sua empresa?
Muitos empreendedores lembram-se de tudo na hora de montar um negócio, mas acabam esquecendo do mais importante, aquilo que ficará gravado na cabeça dos seus clientes, a identidade visual.“Toda empresa deve ter uma identidade visual bem definida, desde a fachada da sede até a ilustração dos cartões de visita, passando pelo layout do site, pela customização dos perfis das redes sociais e por anúncios, panfletos informativos e todo tipo de material promocional, seja ele um banner de rua ou uma caneta”, explica o consultor da agência de comunicação empresarial Vision Online, Luiz Lopes.
O consultor ainda destaca que é preciso entender muito bem o espírito do negócio e do público-alvo para traduzi-lo em imagens que a representarão. Lembre-se: identidade visual não é apenas o logotipo da empresa, vai desde as cores, a tipologia e os tipos de linhas até texturas, sons e cheiros que seu produto ou loja possam ter.
Para começar bem a sua identidade visual, uma boa dica é começar pela cor. De acordo com Lopes, é nela que está a base de tudo. “Cada marca deve ter um motivo para escolher a sua cor”, diz ele, ressaltando diversos estudos que definem a sensação que cada cor provoca nas pessoas.
Veja na lista abaixo, qual o efeito que cada cor exerce sobre as pessoas e qual delas se encaixa no seu negócio.
Azul - É a cor dita como preferida pela maioria das pessoas no mundo. Sua ligação natural a elementos como céu e mar conferem a ela serenidade e universalidade. Está ligada a temas como confiança, responsabilidade e segurança, além de tranquilidade.
Vermelho - Força, sensualidade, paixão, perigo, agressividade: sempre temas fortes. Estudos indicam, inclusive, que a visão da cor estimula reações cerebrais e corporais, como a aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração.
Verde - Saúde, natureza e riqueza são temas frequentemente relacionados ao verde.
Amarelo - O amarelo é universalmente associado a um elemento forte: o sol. Por isso é vinculado a sensações como calor, alegria, otimismo e claridade. E também está ligado ao dinheiro.
Laranja - Uma cor bastante viva e em certo aspecto até infantil – é a preferida de muitas crianças. Remete à exuberância, diversão e vitalidade.
Roxo - Dosa a força e a paixão do vermelho com a tranquilidade do azul. Vincula-se a temas como sofisticação, espiritualidade, dignidade e mistério.
Rosa - Sim, o rosa é naturalmente feminino. Mas seu impacto varia bastante conforme a tonalidade: tons mais fortes de rosa evocam diversão, juventude e energia. Já os mais claros têm um ar romântico e suave.
Marrom - Pode ser ligado à simplicidade, durabilidade e estabilidade, mas só se for muito bem usado. Seu uso é pouco recomendado na publicidade, já que é muito associado à sujeira e negatividade.
Preto - Ao mesmo tempo em que é uma cor extremamente negativa, vinculada a temas como a morte, é também clássica e forte. Bem usada, carrega seriedade, poder, sofisticação, elegância e sedução.
Branco - Uma cor clean e básica. Remete à simplicidade, clareza e pureza.
Espero que com estas dicas você possa elaborar muito bem identidade visual da sua empresa.
Quer saber mais a respeito de Identidade Visual? Então leia mais este artigo Faturando com a Identidade Visual
Baseado no texto da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
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