sexta-feira, 5 de abril de 2013

O poder do Networking


O networking é simplesmente a mais importante actividade que todo profissional deve tratar com muito carinho. É na utilização do nosso networking que conseguimos criar novas oportunidades de negócios. Gerir e desenvolver relações é, sem dúvida, o mais antigo processo de relação na actividade humana. Quando sabemos gerir e capitalizar a nossa rede de networking, esta rede pode ser muito proveitosa para nós e para que possamos manter o mundo dos negócios a avançar.
O grande problema que existe em fazer networking é que muitos profissionais não o fazem como deve ser. Alguns profissionais até conseguem achar que não precisam de criar o seu networking, pois sentem-se intimidados pelo próprio processo em si.
Num evento de networking um bom profissional deve saber gerir todo o processo em seis etapas muito importantes para obter sucesso. Por isso estude e decore estas dicas.
1. Os primeiros 5 segundos
No início de um evento de networking, a chave do sucesso no início de uma discussão é conseguir que o seu interlocutor veja o quanto está descontraído. Se puser a mão na consciência verá que, tal como você, todos estão ali para o mesmo e sob o mesmo nível de estrese. Você vai fazer um grande sucesso e causar uma boa impressão se tomar a iniciativa, sorrir, ouvir com atenção e actuar como se fosse você o anfitrião do evento.
2. Os seguintes 20 segundos
Nos seguintes 20 segundos, a chave do sucesso é conseguir criar empatia e fazer com que o seu interlocutor sinta-se “seguro”. Aqui ter uma escuta activa é crucial, isso porque você vai estar a espera de saber mais sobre outra pessoa e ela tem que entender isso como se fosse uma “estrela”.
3. Os próximos 2 minutos
Sem dúvidas chegamos ao momento mais importante ou auge do processo de networking. É aqui que começa o verdadeiro teste para os dois interlocutores. Quanto melhor estruturar e envolver o seu interlocutor na discussão, mais fácil irá ficar para você conseguir obter toda a informação para conhecer melhor quem está a sua frente. Está é a fase de criação da confiança.
4. Os últimos 5 segundos
Ok. Já conseguimos criar a confiança e o seu interlocutor mostrou um grande interesse pelas suas ideias. Aqui é quando você vai atingir o pico de toda a conversa. É aqui que vai passar “aquela” mensagem. Chegou o momento de largar o seu discurso de venda. Mas cuidado. Este momento não é para começar um longo discurso. Lembre-se que um evento de networking foi feito para criar relações, não para fazer apresentações comerciais. Todos os que usam discurso comercial conseguem fazer os outros afastarem-se dele a sete pés.
5. Das próximas 24 horas até 7 dias
Estabeleceu a confiança e agora é importante dar continuidade, afinal o propósito do seu networking é em última instância conseguir fazer uma venda ou conseguir atingir um acordo de parceria. Lembre-se que vender é um negócio entre pessoas, não entre produtos. As pessoas não se importam com o quanto você sabe até o momento que eles sabem o quanto você se importa com eles.
6. O resultado final
Quando o seu encontro de networking estiver chegando ao fim, é recomendável que assuma o controle para que na transição de saída da conversa actual saiba fazer a ponte ao seu interlocutor para uma outra conversa. Uma boa sugestão é apresenta-lo uma outra pessoa do evento, fazer uma breve introdução e pedir licença para sair. Como disse antes, é nos últimos cinco segundos, que tem a hipótese de criar uma oportunidade, uma oferta para manter contacto ou um compromisso agendado para retornar a conversa e assim poder ser mais longa e produtiva.
Finalmente, tenha a certeza de agradecer a outra pessoa o tempo que despendeu consigo a conversar e a trocar uma série de novas ideias.
Não pense que já tem o trabalho feito, lembre-se que um evento de networking é somente o começo do processo. Saber fazer o follow-up com a(s) pessoa(s) que conheceu é fundamental para não ser esquecido. É chegada a altura de fazer valer todos os contactos feitos e potenciar todas as oportunidades que criou.
Pense nisso e rentabilize os seus contactos.

Marketing de relacionameto:


Marketing de relacionameto:

Devemos saber o máximo possivel  das expectativas, anseios, desejos de nossos clientes e conhece-los inclui saber quem são, onde querem chegar e o que estão fazendo para isso

Tomando como verdade  que tudo o que é grande começa pequeno , um bom ponto de partida consiste em elaborar uma lista de ítens úteis que nos levam a conhecer nosso cliente. Saiba, no entanto, que há  desdobramentos sofisticados deste tema. Sistemas e programas que  terão abrangência e eficácia avassaladoras , como o CRM. Arma poderosa amplamente utilizada por bancos e financeiras. Mas o que propomos aqui é nesta nossa parada para o cafezinho é que se  faça primeiramente o simples e  pensemos no conceito do marketing de relacionamento !

Veja: Perguntar é a forma mais simples, informativa  e criativa  de aprendermos sobre nosso cliente!

Dica 1:
Elabore esta lista com as perguntas básicas que você deverá tê-las respondidas para conhecer seus clientes.
Alguns exemplos:

Se você quer conhecer seu cliente pessoa física.
Pergunte –se:
  1. Nome completo
  2. Data de aniversário
  3. Religião
  4. Estado civil
  5. Tem filhos?
  6. Quantos?
  7. Tem Hobbies , quais ?
  8. O que quer fazer daqui a 5 anos ?Onde quer estar?
Olhando para o foco do seu negócio: há mais algumas perguntas importantes.
Exemplo: se o seu produto são  projetos para deficientes fisicos, pergunte

  1. Tem pessoas com deficiências física na sua família?
  2. Quais?
  3. Que deficiência apresentam?
Se você quer conhecer melhor seu cliente pessoa juridica , começe perguntando sobre seus dados  empresariais

  1. Data de aniversário da empresa
  2. Tem filiais?
  3. Qual o quadro societário?
  4. Tem quantos funcionários?
  5. Quais são seus produtos, como estão posicionados no mercado?
  6. Onde fica a planta fabril?
 
Dica 2 
Faça esta lista com calma deixe de lado e somente volte a ela mais tarde. Compare  o foco das perguntas diante do foco seu serviço/produto. Realmente elas te ajudam a conhecer bem seu cliente?

Preste atenção para não ter acúmulo de informações inúteis assim como:
Sua empresa nunca promove nenhuma ação na data de aniversário de clientes, nem pretende fazê- lo, para que ter este dado armazenado? Se por outro lado você promove sempre eventos ligados ao natal, o ítem religião é relevante, ou você incorre no risco de enviar um presente de natal para um judeu e esquecer de festejar  a passagem do ano judaico !
Mais uma vez deixe de lado sua lista e retorne amanhã. Releia e comece a  responder a todas as perguntas que você mesmo fez !


Concluída  esta etapa você terá um mapa de como entender e atender a estes clientes.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Promoção de vendas.

 

Promoção de vendas.


Podemos definir “promoção de vendas” como: Uma ação de comunicação e marketing que tem como objetivo vender mais, através de incentivos e benefícios adicionais e por um período de tempo determinado.

Quanto a sua implementação, a promoção de vendas pode ter como alvo a equipe interna, o trade (intermediários) ou o consumidor final. Mas sempre teremos como objetivo final o aumento das vendas. Todas as promoções são por tempo limitado, caso contrário passam a fazer parte do preço, da linha de produtos, da remuneração dos vendedores etc.    
     

As promoções de venda no varejo.


As promoções de venda implementadas no varejo têm grande importância, uma vez que cerca de 80% das decisões de compra são decididas na área de venda. Juntamente com o merchandising e os fatores de ambiência pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma organização.     

O objetivo da promoção de venda pode ser o de aumento do ticket médio ou do ticket count. Enquanto o ticket médio é representado pela média do valor pago pelos clientes no caixa, o ticket count é a representação do total de transações efetuadas no caixa. Assim, por exemplo, uma determinada loja pode vender pouco para muitos clientes, nesse caso, a promoção de vendas deve ter como objetivo o aumento do ticket médio. Em outro exemplo, uma loja pode vender muito, para poucos clientes... Nesse caso o objetivo deve ser o aumento do ticket count.

Enquanto as promoções para aumento do ticket médio podem ser implementadas e divulgadas somente na área de vendas, as ações com objetivo de aumento do ticket count devem contar com algum tipo de publicidade (externa) para que se possam alcançar os efeitos desejados.


A diferença entre: Promoção institucional e promoção de vendas.


Enquanto a comunicação institucional visa o fortalecimento da marca a médio e longo prazo, tem como objetivo criar uma capa protetora contra períodos de crise e dificilmente poderemos mesurar o seu retorno, a comunicação mercadológica (incluímos ai a promoção de vendas) tem como objetivo o aumento das vendas em curto prazo (efeito bicicleta), pode e deve ter seu retorno totalmente mensurado e se pensarmos em termos de fortalecimento de marca, seu efeito pode ser tanto positivo quanto negativo.  


Alguns exemplos de promoção de vendas.


- Premiação de vendedores por aumento de valor vendido ou número de clientes atendidos.

- Criação de kits e pacotes promocionais (leve três, pague dois etc).

- Cupons de desconto e sorteios. 

- Desconto para: estudantes, terceira idade ou para consumo em determinada hora, dia ou período (equilíbrio da demanda), entre outros...   

Resumo:

A promoção de vendas deve ser uma ação conjunta de Marketing e Vendas, usando um profissional de Trade Marketing, esse profissional vai usar uma inteligencia de mercado (Shopping Marketing) para avaliar os fatores que levam o consumi imediato do produto a ser vendido. e deva alinhar a comunicaçnao, preço e oferta. 

Att
Jake Neto
       

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Inteligência em Trade Marketing


As ferramentas denominadas de “Inteligência”  foram desenvolvidas para fins nada nobres, infelizmente. Foi dos subsolos das  forças armadas de países como Estados Unidos, Inglaterra e Israel, que o melhor sobre essa poderosa arma foi elaborado na busca de maiores êxitos em suas empreitadas militares.
Para esse fim, colher o máximo de informações sobre eles, cruzá-las e interpretá-las gerando diferentes cenários de combate, na tentativa de se antecipar aos movimentos e quem sabe aos pensamentos dos inimigos tornou-se um grande e decisivo diferencial.
Nos dias de hoje e empregada para fins do bem, eu espero, ela tem se revelado também no meio corporativo como um forte suporte para as empresas atingirem seus alvos com menor dispersão de energia e melhores entregas.
Uma de suas variantes, a inteligência que se volta para entender o mercado, pode ser aplicada também nas ações de  Trade Marketing, onde as respostas aos estímulos no PDV aparecem com muita rapidez e tangibilidade, fazendo com que qualquer equívoco em sua implantação tenha seus resultados negativos imediatamente visíveis e percebidos, o que muitas vezes provoca “hematomas” difíceis de se justificar com rapidez.
O momento que vivemos de acontecimentos e reações cada vez mais rápidas na vida e no mercado que chamo de “Geração vídeo clip”, onde tudo passa e muda a nossa frente com a velocidade de uma sequência de cenas de um vídeo clip, nos traz eventualmente uma deprimente sensação de impotência. Para responder a essa velocidade e evitar que percamos o controle sobre esses movimentos do mercado, precisávamos de uma ferramenta que permitisse-nos mapear detalhadamente o “campo de batalha” e calibrarmos melhor nossas ações com melhores estratégias, minimizando assim possíveis erros e dando velocidade às reações.
Esse então é o papel fundamental da inteligência como pano de fundo para o Trade Marketing; antecipar as possíveis reações do mercado de forma mais precisa, garantindo assim que o investimento efetuado tenha seu melhor retorno.
Mais do que isso, dependendo da profundidade com que se constrói o modelo, a ferramenta consegue trazer respostas e sugestões que  podem e devem influenciar as estratégias de categorias de produtos nas empresas, levando a repensar sobre seu consumidor, seu comprador (shopper), seus canais, suas embalagens, formas de comunicação no Trade, etc…
O aparato necessário para essa máquina rodar está longe de ser simples e barato, requer muitos investimentos em hardware e softwares, para suportar e gerir detalhados banco de dados com informações estratégicas de cada PDV em que se atua. Inteligência no Trade não se faz conhecendo o proprietário do PDV e o cadastro para faturamento. Precisamos agora entender seus potenciais de vendas ainda não descobertos, o perfil de seus frequentadores, como seu ambiente de vendas influencia nas decisões de compra do consumidor, em que ambiente sóciodemográfico ele está localizado, e por aí vai.
Para se chegar a esse entendimento e aplicação da ferramenta, um recurso fundamental é escasso:  pessoas.
Os profissionais capazes de retirar desse emaranhado de informações bons insights, que possam se tornar até uma estratégia de atuação no Trade, não são produzidos ( ainda) em faculdades. O perfil analítico e a inteligência generalista desse profissional hoje é a única pista.
Quer preparar um bom profissional para esse desafio? Então junte muita experiência de campo em Marketing e Vendas, com um conhecimento bastante diversificado de canais, categorias e segmentos  de produtos, mais uma refinada competência analítica e interpretativa de dados e gráficos; e não se esqueça de juntar muito conhecimento generalista sobre o mundo, economias, internet, indicadores sócio e geoeconômicos, tecnologias e afins. Discutimos mais a fundo isso no endereço www.livrotrademkt.blogspot.com.
Fácil não? Mas não é tudo.
Podemos ter o hardware, o software e até as pessoas, falta-nos ainda a fonte de informação “frescas e permanente do Trade, do PDV, caso contrário todo o processo aconteceria sobre informações teóricas, incorrendo em imprecisões”.
Nesse momento, ter uma equipe permanente na rua, visitando seus clientes e que, além de cuidar da exposição do produto, alimente seu  banco de dados com informações preciosas para suas estratégias, pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma marca.
Contratar pesquisas pontuais é importantíssimo para suportar a largada de um projeto, mas estamos falando aqui de uma pesquisa de sustentação da operação, o que seria inviável técnica e financeiramente com a aplicação de pesquisas tradicionais.
Como tudo isso junto ainda tem sido algo inacessível para muitas empresas, mesmo as grandes e globais, resta-nos recorrer às raríssimas empresas especializadas em Trade Marketing que podem  prover essa solução completa e agora mais do que nunca tambem entender como integrá-las às ferramentas virtuais

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

5 DICAS PARA AUMENTAR AS VENDAS DE NATAL



O Natal já está aí. E é nesta época que a maioria das lojas fatura mais que no ano todo. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas , as vendas nestas festas devem crescer 5% em relação ao ano passado. Por isso, já passou da hora de o empreendedor investir em cuidados que não são necessários nos demais meses. Assim, ai vai cinco estratégias que os lojistas podem usar para atrair mais clientes nesta época do ano.

Facilite a compra
Negocie o valor de preços e prazos de pagamentos com seus clientes. O consumidor tende nesta época do ano a optar por parcelamentos a perder de vista. Mas cuidado: essa estratégia deve ser planejada para não trazer prejuízos para a sua empresa. Por isso, cuide bem do seu fluxo de caixa.

Capriche na apresentação dos produtos
Deixe expostos os produtos de maior procura pelos consumidores. Colocar próximos uns dos outros os itens que se complementam ou os de categorias semelhantes ajuda a aumentar as vendas. Invista em uma vitrine criativa que chame atenção dos clientes e abuse do capricho. No Natal, sempre vale a pena.

Invista em novidades
Os clientes sempre ficam entusiasmados quando descobrem uma oferta que eles não estavam esperando. Essa surpresa pode facilitar o fechamento de demais compras. Por isso, inove e invista em novidades.

Tenha um atendimento excelente
Nada vai dar certo se o atendimento falhar. Para obter sucesso com os clientes, a forma de atender faz toda a diferença. Treine os seus funcionários para manter a excelência apesar do movimento maior e para o cliente não esperar muito. Oferecer brindes e embalagens de presentes pode aumentar a satisfação dos consumidores.

Engaje sua equipe
Faça uma organização especial e um controle minucioso para o Natal. É inadmissível faltar produtos ou funcionários na loja. Esse é o momento para toda equipe ajudar com estratégias para melhorar o empreendimento.

BOAS VENDAS E BOAS FESTAS

sábado, 1 de dezembro de 2012

5 dicas para organizar melhor o ponto de venda



Tornar o ponto de venda mais atraente é um dos desafios para quem quer trazer mais clientes para sua loja e aumentar o faturamento. Para garantir uma boa exposição dos seus produtos. Seguem abaixo 5 dicas para o varejo, onde seguindo esses passos pode melhorar o retorno em seu ponto de venda.
1. Personalize a fachada e a vitrine
A fachada deve ser a mais adequada possível ao público que a loja pretende atrair e aos produtos e serviços que ela tem a oferecer. A vitrine externa transmite a personalidade da loja e deve traduzir o que o cliente encontra no interior dela. A porta de entrada deve facilitar ao máximo o acesso. Se tiver de permanecer fechada, é melhor que seja de vidro, para que o cliente possa visualizar o interior da loja. A porta mais indicada é a dupla, com uma folha abrindo para dentro e outra para fora, com os avisos “empurrar/puxar” bem visíveis. Lojas destinadas a mulheres devem prever a entrada e a circulação de carrinhos de bebê.
2. Capriche nas prateleiras
As prateleiras são o prolongamento da vitrine e devem proporcionar ao cliente um contato mais próximo e estimular seu interesse nos produtos. A forma como os produtos são apresentados influi na decisão de compra. Para tirar melhor proveito do espaço, recomenda-se colocar mais itens nas prateleiras, em vez de exibir grandes quantidades de um mesmo produto. O ideal é aproximar produtos afins, como meias e sapatos, salgadinhos e bebidas, e usar as áreas perto do caixa para expor pequenos produtos de conveniência ou comprados por impulso. O mostrador é um excelente recurso para exibir mercadorias frágeis ou de valor, que precisam ser guardadas de forma segura.
3. Aproveite bem o espaço
Um dos elementos que definem a circulação, o balcão deve ser planejado para que não se torne um obstáculo entre o cliente e a mercadoria. O caixa deve ser discreto, para não desviar a atenção do cliente da área de vendas, porém visível. Os móveis não devem ocupar mais de 40% da loja. Se a área for muito pequena, podem ser usados recursos de iluminação, pintura e espelhos para aumentar a sensação de espaço. Uma boa circulação requer corredores amplos e planejados como vias de mão dupla, que propiciem a visão plena dos produtos.
4. Organize o fluxo
O percurso do cliente na loja pode ser previamente delineado para que não haja conflitos entre a movimentação deles e dos funcionários. O consumidor tende a se deslocar para a direita, no sentido horário. Assim, é preciso dispor os produtos em uma sequência bem programada, que garanta a circulação por todo o espaço. Para evitar que o fundo da loja se torne uma “zona morta”, por exemplo, pode-se utilizar essa região para expor produtos em oferta ou montar uma mesa de degustação. A boa sinalização contribui para orientar a circulação. Ela pode ser feita com cartazes e setas. Para que o cliente as enxergue de qualquer ponto, o ideal é que prateleiras e gôndolas posicionadas na área central não ultrapassem 1,50 m. O uso de materiais e cores diferentes e de iluminação constituem outras formas de sinalização.
5. Planeje o estoque
A área destinada ao estoque deve ser planejada de acordo com as necessidades do negócio. Ele deve estar em local acessível para abastecer a área de vendas, mas sem subtrair parte de seu espaço.

domingo, 25 de novembro de 2012

DISNEY E PSICOLOGIA POSITIVA


Ola amigos

Falar em vendas é falar em positividade, pois todos que trabalham diretamente com vendas sabem que a venda começa no estado emocional do vendedor, assim busquei o texto de um Grande amigo Claudemir Oliveira que hoje tambem aplica esse tipo de treinamento de Pscologia Positiva para milhorar o desempenho de empresas. Leiam abaixo essa maravilhosa matéria sobre um dos maiores exemplos de positividade.
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      "Nascido em cinco de dezembro de 1901, Walt Disney jamais imaginaria que sua vida teria muito a ver com psicologia positiva, ciência “nascida” somente na década de 70. Nos estudos do meu doutorado, consegui identificar muito desta característica  na forma como Walt Disney pensava e encarava a vida.
Infância em Marceline
     Walt nasceu em Chicago, mas dessa cidade não trouxe muita influência porque sua família se mudou em 1906 para uma pequena cidade chamada Marceline, no Missouri (na verdade, viveu em um pequeno sítio, onde tive o privilégio de visitar seis vezes para pesquisas). Viveu poucos anos lá, pois em 1911, por razÕes de saúde, o pai teve de mudar-se com todos para Kansas City. Mas Walt afirmou que Marceline foi a melhor época da sua vida. Gostava tanto da cidade que a homenageou em muitas de suas obras, nos filmes (pássaros, lagos, flores, animais…) e nos parques. Você sabia que a entrada principal do Magic Kingdom (Main Street USA) é uma réplica de Marceline? Talvez, essa infância feliz tenha desenvolvido sua forma positiva de reagir às dificuldades que passaria no futuro. Resiliência, muito estudada em psicologia positiva, viria a ser uma das principais qualidades de Walt Disney.
Crise = Oportunidade
     Quando tinha 19 anos, em 1920, Walt abriu sua primeira empresa com Ub Iwerks, a Iwerks-Disney Commercial Artists. Durou apenas dois meses. Como não desistia de seus sonhos e focava no aprendizado, em 1922, tenta, sozinho, abrir sua segunda empresa, Laugh-o-Grams. Essa durou 13 meses, o que, do ponto de vista de psicologia positiva, pode ser visto como um progresso, afinal de contas a primeira durou apenas dois.
     Finalmente, em 16 de outubro de 1923, Walt, junto com seu irmão Roy Disney, fundou o Disney Brothers Studio, que, através dos anos, se transformou em The Walt Disney Company. O que muita gente não sabe é que eles abriram com 500 dólares emprestados pelo tio Robert, na garagem da casa do mesmo tio. Quer mais psicologia positiva que acreditar nos seus próprios sonhos, mesmo diante das dificuldades? Vale a pena ressaltar que a dupla Walt-Roy é talvez um dos maiores “cases” de sucesso no mundo corporativo. O segredo? Um gênio criativo (Walt) e um gênio financeiro (Roy). Essa combinação explica como a empresa está chegando aos seus 87 anos e com mais de 140 mil funcionários no mundo, avaliada em alguns bilhões de dólares.
Mortimer ou Mickey Mouse?
     Mickey Mouse tem uma história curiosa e brilhante pois ele é consequência de um grande erro de Walt Disney. Em 1928, Walt perdeu os direitos do desenho “Oswald, o coelho de sorte”, por não ter lido bem o contrato, que dizia que o personagem pertencia à distribuidora e não ao criador. No desespero de ter sua terceira falência, Walt tinha de encontrar uma saída urgentemente. Na volta, entre Nova Iorque e Hollywood, o trem passava exatamente por onde Walt viveu sua infância (Marceline e Kansas City). Foi, nessa viagem, que ele se lembrou de um pequeno camundongo que costumava ir a sua mesa buscando alimento. Fez alguns traços e perguntou a esposa Lilian se “Mortimer Mouse” seria um bom nome. A resposta foi: por que não Mickey Mouse? Nascia, então, o personagem que transformou toda a empresa até os dias de hoje. Que lições de psicologia positiva podemos tirar desse evento? A mais básica é que Walt nunca desistiu de seus sonhos. A segunda é que Walt acreditava que as dificuldades eram oportunidades. E eu acredito que é quando o céu está bem escuro que as estrelas mais brilham. Contam os biógrafos que, depois da perda de Oswald, Walt Disney passou a ser extremamente possessivo, naturalmente com medo de acontecer com Mickey o mesmo que havia acontecido com o personagem anterior.
Walt e pioneirismo
     Com a criação que revolucionaria a empresa, Walt queria mais inovações. A primeira foi na área de som. Criou o primeiro desenho animado com som sincronizado, “Stemaboat Willie” (1928). Na verdade, esse foi o terceiro desenho de Mickey, seguido de  “Plane Crazy” e “The Galloping Gaucho”. Depois, viria o primeiro desenho animado em cores, “Flowers and Trees”(1932). Qual foi a recompensa desta ousadia? Walt ganhou o primeiro Oscar da academia. A genialidade de Disney não parava por aí. Em sua carreira, ganhou 22 Oscars, um recorde imbatível até hoje.
     Depois dessas duas primeiras inovações, Walt viria com a maior de suas loucuras. Queria transformar o desenho animado em obra de arte; seu grande e louco projeto se chamava “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), o primeiro longa-metragem da história. Para você entender o tamanho da ousadia, imagine o seguinte. Na época, fazer um desenho de quatro minutos levava meses com dezenas de funcionários trabalhando. Walt queria ir de quatro minutos a uma hora e meia de duração. Preciso falar mais alguma coisa? Preciso falar mais de psicologia positiva na vida desse visionário? Obvio, brigou com Roy Disney mais uma vez. Mas Walt tinha o poder de convencer seu irmão a realizar seus sonhos. O filme levou quatro anos, com centenas de artistas envolvidos e o mundo dizendo que ninguém iria ao cinema para ver um desenho animado longo. Walt arriscou tudo porque acreditava no projeto. Colocou quase tudo que tinha como garantia para que o banco pudesse emprestar o dinheiro. E o resultado? 8 milhões de dólares, na época, quando a entrada de cinema para adultos custava vinte e três e para criança apenas dez centavos. Foi o primeiro filme a ter um planejamento completo de marketing e distribuição, incluindo vendas de produtos com os personagens. Com o dinheiro arrecadado, Walt Disney agora tinha outro projeto. Aliás, ele nunca parava de pensar em novas ideias. Ao caminhar pelos parques de diversões existentes na década de 40, percebeu que somente suas duas filhas, Sharon e Diane, brincavam. Os adultos eram meros expectadores. Nascia, então, seu grande sonho de construir um parque para famílias que tomou forma com a Disneylândia, na Califórnia, em 17 de julho de 1955. Devido ao sucesso, expandiu-se para a Flórida (01-10-1971), Japão (15-04-1983), França (12-04-1992), Hong Kong (12-09-2005) e já foi aprovado Shanghai para os próximos anos. Os críticos diziam que um parque para adultos e crianças não funcionaria. Diziam que a Disneylândia seria esquecida e fechada em menos de um ano. A psicologia positiva de Walt Disney explica porque estou aqui para contar a história. Acredite nos seus sonhos e, na dúvida, SEMPRE ponha psicologia positiva do seu lado! Essa nova ciência deve ser um de seus guias para o sucesso!"

Matéria de Claudemir Oliveira de www.seedsofdreams.org e seeds@seedsofdreams.org.